Checklist Prático: Como preparar sua empresa para a Portaria 122/2025

A Portaria 122/2025  já está em vigor, impactando a forma como empresas lidam com processos, documentação e vestimentas de proteção. exige atenção imediata aos processos de certificação e documentação e segurança. Profissionais de SESMT, engenheiros de segurança, compradores técnicos e confecções não precisam apenas entender a teoria da norma, mas sim interpretar quais ações práticas são necessárias para garantir aderência aos requisitos legais aplicáveis. Essa compreensão evita equívocos, retrabalhos e atrasos nas adequações. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo em forma de checklist curto e prático para ajudar a entender o que precisa ser ajustado para atender à Portaria 122/2025 CA, acelerando a conformidade com a norma. Continue a leitura! Motivos para começar a agir agora A Portaria 122/2025, que trata das regras para Certificação de Aprovação (CA) de EPIs, impacta a maneira como as empresas especificam, compram, documentam e controlam equipamentos de proteção. Assim, ela modifica fluxos operacionais, influencia decisões de aquisição e reforça responsabilidades técnicas ao longo da cadeia, especialmente para fabricantes, importadores e confecções Como resultado, os processos de segurança do trabalho passam a exigir mais atenção à documentação técnica, à gestão do CA, aos ensaios aplicáveis, à rastreabilidade dos EPIs e aos critérios utilizados nas compras. Por isso, ignorar ou adiar a conformidade pode resultar em autuações, paralisações e impactos operacionais, como retrabalho. Isso impacta financeiramente, compromete a credibilidade da empresa e também a continuidade das operações. Seguir um checklist simples é uma forma eficiente de reduzir erros durante a transição, guiando sobre os primeiros passos, organizando prioridades e garantindo que nenhuma exigência da Portaria 122/2025 seja esquecida. Checklist rápido de adequação à Portaria 122/2025 Siga este checklist prático para iniciar imediatamente a adequação à Portaria 122/2025: 1. Faça um diagnóstico imediato dos EPIs e vestimentas Levante todos os modelos utilizados, a vida útil de cada item, os setores atendidos e identifique EPIs e vestimentas que estejam sem CA atualizado. Esta etapa inicial tem o objetivo de avaliar o que pode permanecer em uso e o que deve ser substituído para atender às novas exigências. 2. Valide CAs, laudos e documentação técnica Verifique se os CAs estão vigentes, se os ensaios aplicáveis conforme norma técnica e processo de certificação foram realizados corretamente e se o fabricante e fornecedor estão em conformidade com os novos requisitos. Redobre a atenção ao analisar a documentação técnica, que costuma ter a maior parte das irregularidades encontradas em fiscalizações, como informações incompletas, desatualizadas ou inconsistentes com o produto fornecido. 3. Atualize especificações internas e fichas técnicas Revise e padronize as especificações internas e fichas técnicas para que os requisitos de proteção, materiais, tecidos e desempenho estejam de acordo com a Portaria. Por exemplo, se a vestimenta é destinada à proteção contra arco elétrico, a ficha deve indicar o nível de ATPV exigido, o tipo de tecido certificado e o ensaio correspondente. 4. Reavalie e homologue fornecedores Verifique se o fornecedor cumpre a Portaria, se entrega documentação técnica completa e se garante rastreabilidade dos EPIs e vestimentas fornecidos. Da mesma forma, evite compras emergenciais com fornecedores não homologados, que podem gerar não conformidades, retrabalho documental e riscos em auditorias e fiscalizações. 5. Treine equipes e implemente nova rotina de inspeção Oriente a equipe sobre o uso correto das vestimentas e EPIs, os cuidados básicoscom a conservação e a necessidade de inspeções periódicas, ajudando a identificar quando um item deve ser substituído. Implemente uma rotina simples de inspeção, com verificações visuais regulares e registro dos itens que apresentem desgaste, danos ou perda de desempenho. Erros comuns que atrasam a adequação Existem erros comuns que atrasam a conformidade com a Portaria 122/2025. Os principais são: Como a Amalfis apoia sua empresa na adequação A Amalfis reduz retrabalho, evita riscos de não conformidade e acelera a implementação das adequações exigidas pela norma, tornando a adaptação simples, rápida e segura ao oferecer: Amalfis: sua parceira na adequação à Portaria nº 122/2025 A Portaria nº 122/2025 já está em vigor e os critérios técnicos e documentais estão mais claros. Quanto mais cedo sua empresa ajustar processos, revisar documentação e padronizar EPIs e vestimentas, menor será o risco de multas, retrabalho ou interrupções operacionais. O checklist apresentado funciona como uma bússola prática para SESMT, engenharia de segurança, equipes de compras e fabricantes, orientando as ações essenciais para garantir conformidade de forma rápida e segura. Fale com o time técnico da Amalfis e receba orientação completa para adequar sua empresa à Portaria 122/2025. Em resumo O que a Portaria 122/2025 exige das empresas? Exige maior rigor técnico na certificação de EPIs, impactando a gestão e aquisição pelas empresas e vestimentas, com CA válido, documentação técnica correta, ensaios exigidos e controle de rastreabilidade. Qual o primeiro passo para entrar em conformidade? Realizar um diagnóstico completo dos EPIs e vestimentas em uso, validando CAs, laudos, vida útil e documentação técnica. O que acontece se a empresa adiar a adequação? Risco de multas, paralisações, retrabalho, não conformidades em auditorias e impacto financeiro e operacional.

Portaria 122/2025: como evitar erros críticos nas compras industriais de EPIs

A Portaria 122/2025 trouxe mudanças relevantes para o processo de compras industriais, ampliando a responsabilidade de compradores e gestores de suprimentos na aquisição de EPIs. O artigo aborda os principais impactos da norma, destaca erros críticos, como a compra de EPIs com CA inadequado, a ausência de memorial descritivo e falhas de rastreabilidade, e orienta como estruturar um processo de compras conforme as novas exigências, reduzindo riscos operacionais e legais.

Vestimentas FR, ARC e AV: Como garantir conformidade com os novos requisitos do mercado

O mercado de EPI para risco térmico e elétrico está passando por uma fase de maior rigor em conformidade. Esse movimento é impulsionado principalmente por requisitos mais técnicos de clientes, auditorias cada vez mais criteriosas e pela aplicação mais consistente das normas vigentes, que reforçam a necessidade de correta especificação, documentação e validação das vestimentas de proteção utilizadas em atividades de risco elevado. Com essas evoluções, muitas empresas ainda têm dúvidas para escolher adequadamente vestimentas FR, ARC e AV, principalmente sobre diferenças entre tecidos inerentes e tratados, certificações e validação de CA. Decisões inadequadas podem comprometer a proteção dos trabalhadores e a conformidade legal. A Amalfis se destaca como referência técnica nesse cenário, oferecendo orientação especializada, tecnologia têxtil avançada e suporte completo para a escolha da vestimenta de proteção. Neste artigo, vamos mostrar como escolher a vestimenta correta, considerando o cenário de risco, a norma aplicável e as propriedades do tecido. Continue a leitura! O que são vestimentas FR, ARC e AV e por que os requisitos aumentaram? As vestimentas de proteção podem ser classificadas em três principais categorias: As exigências de conformidade tornaram-se mais rigorosas em setores como energia, óleo e gás, ferroviário e manutenção industrial, especialmente em auditorias que avaliam não apenas a existência da vestimenta de proteção, mas a coerência entre risco, norma aplicada, desempenho do tecido e documentação técnica apresentada. Esse rigor é motivado por incidentes recentes em operações elétricas e de manutenção, que evidenciaram falhas na proteção e reforçaram a necessidade de especificações técnicas mais exigentes. Por isso, os compradores e profissionais de segurança precisam compreender as diferenças entre níveis de risco, medidos em cal/cm², ATPV e EBT, e níveis de visibilidade. Assim, é possível escolher corretamente a vestimenta adequada à exposição e às normas. Entendendo tecidos FR: a diferença entre inerente e tratado As vestimentas FR podem ser feitas com tecidos inerentes, em que a resistência à chama é natural e incorporada às fibras desde a sua composição, ou tecidos tratados, feitos de algodão ou misturas que recebem um tratamento químico retardante de chama. Essa diferença na composição impacta: A escolha do tecido deve considerar tipo de risco, frequência de uso, ambiente de trabalho, exigência da empresa e vida útil esperada da vestimenta. Em operações elétricas ou industriais de alta severidade, o tecido inerente é o mais recomendado. Já o tecido tratado pode ser usado em operações gerais, que não envolvem riscos altos. Como validar conformidade para risco térmico e arco elétrico (FR e ARC) Para garantir que as vestimentas FR e ARC realmente atendem ao requisito de proteção, é importante verificar: Também é importante entender a diferença entre ATPV, que indica o ponto em que o calor do arco elétrico causaria queimadura de segundo grau, e EBT, que demonstra o ponto em que o tecido rompe devido ao impacto térmico, expondo o usuário. A classificação ARC (CAT 1 a 4) categoriza as vestimentas em níveis de proteção conforme a intensidade da energia incidente exigida na atividade. Antes da compra, é fundamental comparar os valores de ATPV ou EBT com a energia incidente da tarefa, escolhendo uma vestimenta com valor acima do requerido. Também é importante verificar a rastreabilidade dos laudos, conferir o lote e a procedência do tecido e confirmar se o CA cobre risco térmico. Validando CA para FR/ARC e alta visibilidade: o que muda nos novos requisitos O Certificado de Aprovação (CA) é obrigatório para comprovar que a vestimenta de proteção passou por ensaios de resistência à chama e atende às normas. Ele é emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Porém, o CA deve ser analisado em conjunto com a documentação técnica da vestimenta. Em atividades com risco de arco elétrico, é fundamental que existam laudos de ensaio específicos que comprovem o desempenho térmico do tecido, conforme normas técnicas aplicáveis, além da correta indicação do risco coberto pelo Certificado de Aprovação. Para vestimentas de alta visibilidade, os requisitos são definidos por normas específicas desse tipo de proteção e envolvem critérios como: Esses critérios devem ser corretamente especificados e validados, especialmente em atividades realizadas em vias públicas, áreas industriais ou locais de baixa luminosidade. No mercado, é comum encontrar inconformidades como as vestimentas AV com faixas fora do padrão ou área insuficiente, além de tecidos FR que perdem desempenho, especialmente após várias lavagens. Como escolher o tecido correto para cada risco: A escolha da vestimenta deve sempre considerar o tipo de risco, energia incidente, normas do cliente, durabilidade esperada, frequência de lavagem e condições ambientais. Alguns exemplos práticos: Como evitar erros comuns na compra de vestimentas FR, ARC e AV Seguir as recomendações mencionadas evita erros comuns que comprometem a segurança e a conformidade: A Amalfis fornece orientação especializada a técnicos e compradores para garantir escolhas corretas de vestimentas e evitar riscos. Garantir conformidade em vestimentas FR, ARC e AV não se limita a atender isoladamente a uma norma, mas sim a compreender o papel das normas gerais de vestimentas de proteção e das normas específicas de cada risco, assegurando que projeto, tecido, ensaios, documentação e aplicação estejam tecnicamente alinhados. A Amalfis atua como parceira estratégica para empresas que buscam padronização, conformidade e segurança operacional, oferecendo orientação especializada na compra. Precisa validar se a sua vestimenta FR, ARC ou AV atende aos novos requisitos? Fale com a equipe técnica da Amalfis e receba orientação especializada e escolher o tecido ideal para o seu cenário de risco Em resumo O que diferencia as vestimentas FR, ARC e AV? FR protege contra chamas, ARC contra arco elétrico e AV aumenta a visibilidade do trabalhador. Como garantir a conformidade da vestimenta? Verifique etiquetas, laudos de ensaio, normas atendidas e se o CA cobre o risco real. Quais erros devem ser evitados na compra de vestimentas FR, ARC e AV? Evite escolher pelo preço, ignorar laudos, confundir tecido antichama com proteção certificada e comprar peças sem validação de CA e normas aplicáveis.

Tecidos FR: por que conforto térmico define o uso correto do EPI

Vestimentas de proteção FR com faixas refletivas penduradas em ambiente operacional, representando EPI térmico desenvolvido para proteger trabalhadores contra chama repentina, arco elétrico e calor por radiação.

A especificação do tecido influencia diretamente a segurança em ambientes com risco térmico. Neste artigo, explicamos como os tecidos FR, quando corretamente dimensionados em composição, estrutura e ATPV, aliam proteção contra fogo repentino e arco elétrico, conforto térmico e maior aderência ao uso do EPI, apoiando decisões técnicas mais seguras na escolha de vestimentas profissionais.